segunda-feira, 29 de julho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

BORBOLETA VERDE-ESTANHO


BORBOLETA VERDE-ESTANHO

Janilton Gabriel de Souza
4 de junho de 2013

Em meu móvel uma borboleta pousou.
Mas, não era borboleta qualquer.
Era uma borboleta que ousou
A sair de seu habitat e deixar de ser uma qualquer.

Foi estranho vê-la pousar.
Pois, estranha era essa borboleta.
Ela não era como muitas, cor de violeta.
Ela tinha um raro jeito de se apresentar.

Não compreendo ainda porque a achei estranha,
Porque ela me causou tanta manha.
Era estranha e ao mesmo tempo não era,
Era verde como floresta e intensa como primavera.

Borboleta verde, que estranho lhe ver!
Parece que vejo minha ausência de ser.
Parece que vejo mesmo meu estranho.
De tão estranho não sei sua cor, talvez seja da cor de estanho!





quinta-feira, 14 de março de 2013

ENTREVISTA - EPTV/GLOBO

ENTREVISTA - EPTV/GLOBO

Nessa entrevista o psicólogo e aspirante a psicanalista, Janilton Gabriel de Souza, fala sobre a função do esquecimento no aparelho psíquico. Afinal, por que esquecemos?

Clique no link abaixo e assista a reportagem no portal G1.

Jornal da EPTV

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Entrevista concedida a TV Princesa





Reportagem sobre as razões de algumas pessoas não conseguirem realizar as promessas de fim de ano. O psicólogo atuante a partir da psicanálise Janilton Gabriel de Souza é um dos entrevistados nessa belíssima reportagem realizada pela TV Princesa.

MERGULHOS



"Cansei de mergulhar nas águas cristalinas de piscinas, agora, mergulho nas águas sujas que habitam em mim". (Janilton Gabriel de Souza - 2013)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

NOME PRÓPRIO DE SAUDADE


NOME PRÓPRIO DE SAUDADE

Janilton Gabriel de Souza
9 de janeiro de 2013

Saudade quando vem faz doer,
Quando aponta faz o coração roer.
Oh! Saudade que traz a lembrança 
Até mesmo do nosso tempo de criança.

Saudade, saudade és sal da idade,
És tempero para nossa felicidade,
Memória de tempos que não voltam mais,
Ou de momentos que queremos mais.

Saudade que nome lhe deram,
Era para seres original que lhe fizeram.
Saudade é o preço que se paga com a idade,
É o esteio das lembranças de felicidade.

Sinto saudades de ti,
Sinto saudades em mim.
Saudade é muito mais que lembrança,
Ela é carreada de esperança;
Esperança de um dia reviver aquela dança.

Saudade é afeto
Que se sente debaixo das lembranças, 
Todas as cenas ficam debaixo do mesmo teto,
O teto feito de nossas crianças.